He-Man é uma franquia que não precisa de apresentações, assim como Chaves. Se você mora no Zimbabwe e não tem acesso a eletricidade, talvez não conheça as aventuras do príncipe Adam e sua trupe de amigos cujos nomes consistem em trocadilhos imbecis.
É uma obra simples, mas complicada, que nem Cats.
Eu sempre gostei de definir como Conan no Espaço, mas é um pouco mais que isso. É um sci-fi pulp brinquedável, algo em meio termo entre Flash Gordon e Star Wars.
Temos elementos clássicos de fantasia sword and sorcery, como o bárbaro fortudo usando roupas sumárias, porque armadura é coisa de covarde; monstros com designs familiares, mas memoráveis; beldades que são fortes, mas não tanto quanto nosso protagonista com músculos tão desenvolvidos que fariam Oba Femi parecer o Pequeno Hiawatha; e um vilão vindo do quinto dos infernos cujo único propósito é a dominação total e irrestrita ao mundo.
E ainda assim, temos raios laser, robôs, prédios que tiveram a mesma empreiteira dos Jetsons, e veículos vendidos separadamente.
É absurdo, é irreal, é exagerado, é tudo que um garoto de 10 anos pra baixo gosta, e é isso que o torna divertido.
Menos pra mim, porque quando mais novo eu sempre preferi She-Ra. Eu não fui ver He-Man direito até meus 17 anos, graças ao finado Tooncast, que descanse em pança. E ainda assim eu sempre achei meio meh comparado às aventuras de Adora, irmã do protagonista.
Mas isso é assunto pra outro dia.
O importante é que, nos anos 80, a Canon produziu um filme de Mestres do Universo, tendo Dolph Lundgreen como He-Man e uma jovem Courtney Cox como a mocinha. E Frank Langella como Esqueleto.
Eu sei, o nome não significa nada pra vocês, e minha pausa dramática perdeu todo o efeito. Mas ele é um ator de calibre que já interpretou Nixon uma vez.
E o Esqueleto foi o papel favorito dele.
Pois é.
E aproveitando o lançamento do novo filme com o príncipe daquela Cinderela zoomer, a nãoVeronica de Riverdale do CW, e Idris Elba, eu decidi que era hora de fazer um dive na franquia.
Por "dive" entenda "não é um deep dive e eu só vi o suficiente pra que as referências do filme façam sentido, mas aprendi umas coisas interessantes no caminho".
Mas primeiro, vamos ver como a franquia foi retratada nas telonas em seu prime.
...não o Amazon Prime, o prime de época, ápice. Vocês precisam ler um dicionário de vez em quando.
E ainda assim, temos raios laser, robôs, prédios que tiveram a mesma empreiteira dos Jetsons, e veículos vendidos separadamente.
É absurdo, é irreal, é exagerado, é tudo que um garoto de 10 anos pra baixo gosta, e é isso que o torna divertido.
Menos pra mim, porque quando mais novo eu sempre preferi She-Ra. Eu não fui ver He-Man direito até meus 17 anos, graças ao finado Tooncast, que descanse em pança. E ainda assim eu sempre achei meio meh comparado às aventuras de Adora, irmã do protagonista.
Mas isso é assunto pra outro dia.
O importante é que, nos anos 80, a Canon produziu um filme de Mestres do Universo, tendo Dolph Lundgreen como He-Man e uma jovem Courtney Cox como a mocinha. E Frank Langella como Esqueleto.
Eu sei, o nome não significa nada pra vocês, e minha pausa dramática perdeu todo o efeito. Mas ele é um ator de calibre que já interpretou Nixon uma vez.
E o Esqueleto foi o papel favorito dele.
Pois é.
E aproveitando o lançamento do novo filme com o príncipe daquela Cinderela zoomer, a nãoVeronica de Riverdale do CW, e Idris Elba, eu decidi que era hora de fazer um dive na franquia.
Por "dive" entenda "não é um deep dive e eu só vi o suficiente pra que as referências do filme façam sentido, mas aprendi umas coisas interessantes no caminho".
Mas primeiro, vamos ver como a franquia foi retratada nas telonas em seu prime.
...não o Amazon Prime, o prime de época, ápice. Vocês precisam ler um dicionário de vez em quando.