Kim Possible (2019)
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| Mas isso aqui ficou SENSACIONAL. |
Also, algumas coisas foram adaptadas pros tempos modernos, mas ainda é algo que soa condizente com o universo de Kim Possible. Por exemplo, cê vai ver personagens tirando selfie e fazendo livestream, ou uma versão só pra vilõs do Instagram, e Drakken fazendo duckface. Aliás, parando pra pensar, duckface deixou de ser moda depois de 2012, então Drakken fazer isso em pleno 2019 soa bem dentro do personagem, ao invés da gente zoar que ninguém faz mais isso e os produtores só querem forçar algo moderno porque sim.
Tipo Padrinhos Mágicos fez em seu estágio de decomposição.
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| Also, esse maluco de Ron também parece o Kirk Cameron. |
Mas mesmo com tudo isso, eu gostei. Não é um filme ruim, especialmente se tu for atrás de ler as críticas em agregadores. Tem algumas que eu juro, ou dormiram no meio do filme ou ignoraram fatores só pra poder ter o prazer de reclamar. Sim, não é melhor que o desenho ou os outros filmes. Claro que não é. É um MALDITO FILME DO >DISNEY CHANNEL< FEITO COM UM ORÇAMENTO EQUIVALENTE A UM OVO COZIDO E UM ALHO-PORÓ. Algo que se reflete muito na CG bizarra (curiosamente, Rufus é a melhor CG desse filme. Papo sério.). Mas não é essa desgraça toda.
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3 comments
+Kapan, gostei bastante da resenha!
ResponderExcluirPenso que se a Walt Disney Pictures quisesse produzir um ótimo filme da Kim Possible para o cinema, algumas coisas teriam que ser alteradas, como:
1) Duração: a duração do filme da Kim Possible teria que ser pelo menos o dobro desse filme do Disney Channel (2h e 40 min), dando tempo para melhor desenvolver e apresentar os personagens;
2) Orçamento: obviamente teria de ser muito maior (no mínimo 140 milhões de dólares), para trazer atores de peso e produzir boas cenas de luta com efeitos práticos (somente usando o CGI de maneira pontual);
3) História (aqui um ponto polêmico): seria interessante o começo do filme da Kim Possible se passar em 2002, quando ela é uma adolescente e daí, cortar para os dias atuais, tendo que lidar com o peso de missões falhas que mudaram muito a sua personalidade com o passar do tempo, bem como o retorno de vilões como a Shego e o Drakken (talvez o seu filho apareça também).
Obs: seria muito interessante para o Universo DC Comics nos cinemas e para os filmes de super-heróis em geral, o terceiro filme da Mulher-Maravilha apresentar um crossover entre a super-heroína e os Cavaleiros do Zodíaco (formação clássica, aquela mesma que passava na Manchete e depois na Band), adaptando o primeiro arco dos Cavaleiros no anime da série clássica. Sério, seria um sonho ver isso ocorrer, pois, caso esse filme seja bem sucedido (só imagine que esse filme teria o potencial de arrecadar no mínimo tanto quanto o primeiro Vingadores (2012)), é praticamente meio caminho andado para um filme live-action desse grupo.
Obs 2: estou no aguardo para um artigo seu sobre a importância que os intervalos possuíam nos filmes antigos no cinema e como poderia ser algo bom hoje, bem como algo ruim.
No mais, continue com o excepcional trabalho e aguardo resposta!
+Kapan, seria uma excelente ideia adaptar os antigos filmes musicais da Era de Ouro de Hollywood (alguns exemplos: Cantando na Chuva, Vendedor de Ilusões, A Noviça Rebelde, entre outros) em animação estilo de anime.
ResponderExcluirImagine só as possibilidades de assistir musicais clássicos refeitos em um estilo de animação que faria justiça as obras...
Obs: eu assisti em um vídeo de paródia de Tron: O Legado (nome: YTP: The Grid Runs On Windows XP) a possibilidade de se juntar os filmes A Origem (Inception) e Tron: O Legado, formando assim, Tronception! Imagine só que legal seria assistir um filme com os visuais absurdamente ótimos de Tron: O Legado com as nuances de roteiro de A Origem. Seria sem sombra de dúvida o filme fora do ramo de super-heróis mais ambicioso já feito até hoje, com possibilidade de ganhar tanto dinheiro quanto Vingadores: Guerra Infinita ou até mesmo mais (se bem me lembro, ambos os filmes já são considerados cult e já possuem muitos fãs (eu prefiro Tron: O Legado).
No mais, continue com o excepcional trabalho e aguardo resposta!
+Kapan, uma coisa que fiquei pensando agora: de todos os erros cometidos pelo Universo Cinematográfico da Marvel, penso que o pior deles foi não ter explorado decentemente o universo de personagens do Thor (é uma das mitologias mais ricas da Marvel).
ResponderExcluirSó para se ter uma ideia, os Três Guerreiros e a Lady Sif foram muito subaproveitados, bem como a não aparição do Bill Raio Beta, Encantor e do Baldur (acho que é esse o nome, corrija-me se eu estiver errado), são praticamente imperdoáveis.
Os filmes do Thor (caso fossem baseados na fase do Walt Simonson), deveriam ter 3 horas de duração, com um orçamento maior, com aventuras épicas explorando os outros reinos do que eles consideram os Nove Reinos (tem um quadrinho que mostra o Thor junto do Loki e do Odin enfrentando o Surtur-teria sido muito bom ver isso nos filmes), bem como algumas aventuras no espaço (a Lady Sif teria uma carruagem puxada por bodes viajando pelo cosmos-isso é muito quadrinho, e que até mesmo isso apareceu em um episódio do saudoso desenho Vingadores: Os Heróis Mais Poderosos da Terra, na segunda temporada, episódio 8, chamado A Canção do Bill Raio Beta).
Em contra partida, os filmes do Aquaman e do Pantera Negra conseguiram em suas devidas maneiras explorar bastante a mitologia dos seus personagens em seus respectivos primeiros filmes solo do que o Thor nos seus dois primeiros filmes (o terceiro filme, por mais que eu não goste muito, devido ao excesso de humor, acertou em explorar um pouco mais a mitologia do personagem).
O mínimo que a Marvel deveria fazer para reparar essa disparidade de exploração de mitologia de personagem no UCM seria ao menos providenciar uma adaptação em animação de toda a fase do Walt Simonson em uma mini-série animada, para ao menos o público ter o gostinho de fidelidade aos quadrinhos que ficou faltando nos filmes.
No mais, Kapan, continue com os excepcionais artigos e aguardo resposta!