O Legado de Tio Walt - Parte 4: Perigeu
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| Rapaz totalmente confiável e nada suspeito. |
Resumindo, a admnistração da Disney como companhia tava igual o Bob Esponja naquele episódio que ele tem que ser um garçom chique em menos de 24h, acaba esquecendo de tudo pra assimilar as tarefas do trabalho, e vemos aquela cena dentro da mente dele com milhares de Bob Esponjas correndo gritando com tudo pegando fogo pelo simples motivo de perguntarem o nome dele.
Não, eu ainda não consigo visualizar o projeto baseado nas descrições que eu ouvi.
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| E eu tenho quase certeza que essa fantasia de Chewbacca foi reaproveitada da Priscilla da TV Colosso. |
Gurgi se sacrifica pra acabar com a magia do caldeirão. Foi um momento ótimo porque não só podemos nos livrar desse desperdício de celulose, como também é um final heroicamente trágico pro personagem. Se eu me importasse com ele até sentiria algo. Mas aí o que fazem no final? RESSUSCITAM ELE.
...pela primeira vez.
Tipo... Uh... Goodtimes? Talvez?
Enfim, a estratégia que ele trouxe da Paramount era a de fazer filmes baratos, com atores de TV não tão bem conhecidos, nem tão caros, ou cuja carreira estava em baixa, prometendo que o filme iria trazer eles de volta pro estrelato. Por exemplo, Robin Williams tinha acabado de largar as drogas, e fez Bom Dia, Vietnã (que aliás, é muito bom). O filme custou 13 milhões de dólares, e arrecadou 120 milhões.
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| "Ô meu Valdisnei, bota mais uma dose que hoje ela me fez sofrer" |
O orçamento final foi de 70 milhões.
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| Porque se eu não botar essa cena aqui alguém vai reclamar. |
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2 comments
+Kapan, gostei muito da resenha sobre período da Disney!
ResponderExcluirEu lembro que tinha a fita VHS do filme as Peripécias de Um Ratinho Detetive na minha casa quando criança e gostava muito de assistir!
Também tinha a fita de vídeo de uma cilada para Roger Rabbit e posteriormente, o DVD, que se não em engano, vinha com um joguinho e alguns curtas que o personagem protagonizou nos anos posteriores!
Agora (não sei se concordará comigo nessa), caso tivesse que existir uma continuação desse filme (que considero muito bom), penso que deveria ser assim:
Começaria mostrando a ascensão da popularidade dos personagens de super-herói no começo dos anos 1970, graças a um homem, chamado Jack Kirby (posteriormente lembrado como o rei dos quadrinhos) e de certa forma, os desenhos animados da era de ouro gradualmente ficando em segundo plano na perspectiva das crianças, jovens e dos produtores de revistas.
Em um dado momento, teria-se o vislumbre e apresentação de duas das maiores criações do artista: Os Novos Deuses e os Eternos (calma que em um dado momento ainda irão se encontrar).
Então, um dos desenhos da era de ouro fica ressentido pelo esquecimento do público ao qual foi relegado e daí, monta uma parceria com o Darkseid (Novos Deuses) e o Thanos (Eternos), vendo pontos em comum em seus planos de conquista.
Eddie Valiant aprecia sua aposentadoria de detetive com a sua esposa Dolores, bem como Roger Rabbit aprecia uma vida estável com Jessica Rabbit até que chega Lightray (um dos Novos Deuses de Nova Gênese) para informar que uma grande catástrofe está para se abater sobre o mundo, com a aliança de Darkseid, Thanos e o desenho da era de ouro que foi rejeitado.
Os Eternos (de Titã) bons se aliam temporariamente aos Novos Deuses (de Nova Gênese), ainda que com mútua desconfiança para deter essa ameaça, enquanto o Eddie Valiant tenta encontrar o que restou do "caldo", a substância que mata os desenhos animados (nesse caso não funciona, pois a fraqueza de um Novo Deus é o Radion, um elemento químico raro de ser encontrado). *Eu não lembro qual é a fraqueza de um Eterno.
Percebendo que o fim está próximo, os desenhos da era de ouro que não foram esquecidos em definitivo tentam uma ofensiva para distrair Thanos e Darkseid.
Nesse momento, ocorrem discordâncias entre os dois vilões e seus objetivos finais, com isso proporcionando aqui na mera opinião desse que escreve, o melhor momento do filme: uma batalha entre Thanos e Darkseid, o que dá os nossos protagonistas, o tempo necessário para impedir o colapso do mundo (talvez do universo).
Enfim, não pensei no resto, mas posso chutar dizendo que seria algo absurdamente grandioso em batalhas.
Obs: caso essa continuação seja feita dessa forma que falei, penso seria necessário três horas para apresentar os personagens, desenvolve-los e mostrar grandes momentos (ex: primeiro encontro dos Novos Deuses com os Eternos, uma participação especial de Jack Kirby no filme (obviamente seria um ator representando), o momento em que Eddie Valiant percebe que Darkseid e Thanos não podem ser mortos pelo "caldo" e a batalha entre Darkseid e Thanos pelo controle do mundo (quiçá do universo).
Obs 2: sério, o jeito correto de se mostrar os Novos Deuses e os Eternos no contexto desse filme é com esses personagens em 2-D, sem quaisquer sinal de computação gráfica, nos exatos traçados do Jack Kirby, afinal, para homenagear este que trouxe tantas boas histórias para uma nova geração de jovens.
Gostaria de saber sua opinião. Se a ideia é boa ou não, se é desnecessária ou absurda demais ou até um novo sinal de grandiosidade nas animações tradicionais.
O conceito em si tem mérito, mas não funcionaria no universo de Roger Rabbit. É um filme de investigação, o foco é no desenrolar da trama e nos plot twists. O que poderia funcionar pra uma sequência seria talvez algo envolvendo o sequestro de Roger, e Eddie Valiant indo atrás dele com algum desenho, de preferência com personalidade diferente da de Roger. Jessica Rabbit talvez funcionasse, mas em histórias noir a femme fatale não tem tanto foco ou papel na história como o protagonista. Mickey ou Pernalonga tão fora de cogitação seria uma dor de cabeça legal pra resolver o tempo de tela e de falas deles. O mesmo pra Patolino/Donald. Bebê Henry ficaria irritante rápido.
ExcluirEu pensaria em talvez um personagem tipo o Gato Félix ou algum original da Fleischer.
Hoje HOJE, talvez a idéia fosse dos desenhos clássicos sendo substituídos ou reimaginados, já que tem trocentas versões (Show dos Looney Tunes, Wabbit, Baby Looney Tunes, Mickey pós-2010 me vem à mente). Sei lá como eles fariam pra explicar isso dentro do mundo, tho.
Aliás, agora eu pensei... Superman não apareceu no filme, mas os curtas eram produzidos pela Fleischer. Huh.
De qualquer jeito, parecem mais interessantes que o conceito que perambulou pelos estúdios na época, que seria Roger antes da fama protagonizando curtas pra Segunda Guerra.