Alice in Wonderland (1966)
Agora, por ser difícil, não quer dizer que não tenham tentado. É uma daquelas histórias clássicas que tem trocentas versões porque o livro tá em domínio público, e é uma história conhecíssima, grande parte graças ao esforço de Valdisnei.
Mas em 1966, a Hanna-Barbera lança na ABC seu especial de 40 minutos baseado no livro, com uma pegada mais moderna (pra época), usando a melodia do jazz e a animação barata que era conhecida. Mas é divertido de assistir?
...ou sim, na verdade, já que quando ela desmaia a tela ondula indicando sonho e tal. Doug usava a mesmíssima técnica. Mas por algum motivo o final quer nos deixar confusos se o que aconteceu foi real ou não.
Especificamente Alice, em alguns momentos, é animada com mais cuidado e com mais frames. Infelizmente, não é sempre que isso acontece, e a diferença chama a atenção. Não é algo que vá quebrar o ritmo do desenho, mas tá lá, e não chega a criar um contraste muito grande.
A história é bastante fiel ao livro, bem mais fiel que outras adaptações de orçamento alto com nomes grandes atrelados a ele, por exemplo. Alice é uma garotinha incrivelmente adorável e que consegue fazer amizade fácil. Claro, os 40 minutos não deixam que ela mostre todo seu carisma, nem deixam que a história siga exatamente o livro, mas a dubladora dela faz o que pode pra deixar a personagem gostável.
E deixar Alice com a voz de Josie McCoy e de Judy Jetson é totalmente ok pra mim, se me perguntar.
Se eu tivesse na produção eu faria várias alterações, botaria mais piadas quando desse, ou até mesmo iria pro conceito que se adequa melhor: cameos.
Digo, Alice entra na TV, já temos Fred e Barney como a Lagarta, porque não aproveitar isso e botar, sei lá, o Leão da Montanha como Gato Risonho, o Coelho Ricochete como Coelho Branco, Pepe Legal e o Babalu como Chapeleiro Louco e a Lebre de Março.
É um desenho simples e agradável pra momentos mais simples e agradáveis.
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